Gastronomia2020-04-22T20:26:28+00:00

Gastronomia

Rica e variada, a gastronomia desta Região é uma das suas principais atracções.

Fazem a delícia dos apreciadores, os sabores da Sopa da Beira, das Migas à Lagareiro, do Arroz de Carqueja, do Rancho à Moda de Viseu, da Vitela Assada à Moda de Lafões, do Arroz deLampreia, das Trutas do Paiva, dos Enchidos e de muitos outros. Famosos, são também, as variedades de Pão, de mistura, de centeio, broa de milho, que podem acompanhar uma refeição ou um belíssimo Queijo da Serra.
Pode também saborear alguns doces, confeccionados com base em receitas antigas, como o Leite Creme ou Arroz Doce à Moda da Aldeia, Pudim de Requeijão ou de Pão, Papas de Milho, ou uma variedade de bolinhos e pastéis tradicionais.

À MESA

Os enchidos, a carne de porco, o cabrito, a vitela e o coelho, o bacalhau e as trutas são alguns dos produtos mais utilizados nesta região que se servem a todas as mesas. Prepare o estômago, porque aqui os pratos são densos e bem regados pelos vinhos da região de Dão-Lafões. Vitela e cabrito assados, coelho, arroz de salpicão, trutas de escabeche, bacalhau assado, entrecosto com grelos e chouriço e rancho à moda de Viseu são alguns dos pratos mais típicos, de que não fogem as exigentes mesas beirãs. Aqui também se usam as bolas, que podem ser de carnes, bacalhau ou sardinha. Nas sobremesas predomina a tradição: o arroz doce, o pão-de-ló e os deliciosos viriatos que se podem comer quentinhos em várias pastelarias da cidade.

100 Papas na Língua

O conceito de steakhouse chegou a Viseu através dos sabores do restaurante 100 Papas na Língua, que abriu portas há cerca de meio ano.

Situado em plena zona histórica da cidade, tem nas carnes o seu ponto forte. Sobretudo as de vitela, sejam frescas ou maturadas.

Certo é que o espaço descontraído, mas que também se preocupa em ser acolhedor e sofisticado, pretende misturar a cozinha revisitada com a inspiração tradicional.

“É esta mistura que pretendemos passar aos nossos clientes. Sabemos que os olhos também comem e por isso a nossa cozinha está à vista de todos”, explicou José Fernandes, 44 anos, sócio-gerente do 100 Papas na Língua.

Para quem não é fã de carne pode sempre optar pelo prato alternativo de polvo à lagareiro ou pelos dois pratos vegetarianos.
“Os primeiros meses de funcionamento têm sido muito gratificantes, porque sentimos que viemos colmatar uma lacuna que havia em Viseu. Esta combinação de carne e cozinha a carvão é muito apreciada”, complementou o sócio-gerente.

O espaço dispõe de uma carta de vinhos razoável das várias regiões demarcadas, com especial incidência para os vinhos do Dão.

Morada: Largo Almeida Moreira, 13, Viseu
Telefone: 232 469 552
Preço médio: 20/25 Euros
Horário: 12h00 às 00h00, fecha ao domingo
Multibanco: Sim
Fumadores: Não

PALACE VISEU

Quem nos visita conhece bem as nossas caras e entre petiscos e vinhos vai sabendo cada vez melhor a nossa história, o nosso percurso. Desde a equipa de cozinha à sala todos são formados em Hotelaria e apaixonados pela arte de receber. São já quase 5 anos de alegrias em recebê-lo e servi-lo.

O ambiente é muito mais de bistrô de dois andares que de palácio e a casa fica nossa a partir do momento em que nos sentamos. O acolhimento e a acolitagem vínica asseguram a transição tranquila, graças à segurança com que o staff executa a tarefa.

Morada: Rua Paulo Emílio, 12, Viseu 3510-098, Portugal

Telefone: +351 963 004 817

MESA DA SÉ

Este espaço, requintado e moderno, localizado na zona histórica, dispõe de duas salas decoradas com painéis de, alia dois conceitos fundamentais: a cordialidade no atendimento e a qualidade na confeção das refeições, ajustando-se assim aos vários clientes.

Morada: Rua Grão Vasco, Nº29 e 31, 3500-138 Viseu
Horário: Sempre aberto

RESTAURANTE TÍPICO O CORTIÇO

Considerado como o baluarte de gastronomia da Região de Viriato, fica situado bem no coração da Zona Histórica da Cidade de Viseu.
Por vizinhança tem um espólito importante de valores arquitectónicos: desde a Sé Catedral ao Museu Grão Vasco, da Casa do Miradouro à Casa do Adro, sem esquecer a estátua do Rei D. Duarte, que lhe fica ainda mais ao pé.
Dom Zeferino, seu fundador, andou pelas aldeias da região na pesquisa da arte culinária, no levantamento de usos e costumes na investigação de receitas antigas que os velhos ainda guardavam da tradição oral.
Destas colheitas resultaram pratos que, diariamente, fazem parte da diversificada ementa, dos quais destacamos alguns: bacalhau podre apodrecido na adega; polvo frito tenrinho como manteiga; rojões com morcela como fazem nas aldeias; cabrito à pastor da Serra; feijoada à moda da criada do Senhor Abade; vitelinha na púcara à lavrador; coelho bêbado três dias em vida e arroz de carqueija.

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